Padrões Suspeitos
Análise técnica dos indicadores de fraude e manobras corporativas identificadas na operação do Tresory Bank.
CNPJ de Prateleira
Aquisição de empresa inativa (Transportadora Cacu, fundada em 1976) para conferir falsa longevidade. Transformação abrupta de objeto social de logística para financeiro.
BaaS Não Regulado
Fornecimento de infraestrutura bancária (Banking as a Service) para entidades sem autorização do Banco Central (Futuree Bank), permitindo a captação ilegal de poupança popular.
Sócios Ocultos
Utilização de laranjas ou administradores formais (Eduardo Scatambulo) enquanto articuladores com histórico manchado (Renan Passos, Dell'Agnolo) operam nos bastidores.
Liquidez Artificial
Aumentos de capital social sem lastro financeiro comprovado, visando demonstrar solidez fictícia para investidores e postergar a intervenção regulatória.
Conclusão da Análise
O padrão de comportamento corporativo do Tresory Bank segue rigorosamente o manual de estruturação de fraudes financeiras complexas: criação de fachada de credibilidade (CNPJ antigo), dissociação de responsabilidade (sócios ocultos) e oferta de infraestrutura para terceiros (BaaS) para diluir o risco legal direto.
